Secretário de Saúde de Matureia busca conhecimentos na 32º Edição do Conasems

Por: Jéssica.


Realizado anualmente, o Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Consems), reúne secretários municipais de saúde de todos os estados brasileiros para trocar experiências e promover espaços de discussão sobre o fortalecimento das gestões e proposições em prol do Sistema Único de Saúde - SUS.

A 32ª edição do evento, que aconteceu nos dias 01, 02, 03, e 04 de junho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, teve como tema: “Municípios Brasileiros: Acreditamos, fazemos e temos propostas”, e reuniu mais de quatro mil gestores municipais de saúde de todo país, além de trabalhadores do SUS, representantes dos governos estadual e municipal, dentre outras autoridades.

Dentre a programação do Congresso, foram realizadas oficinas, seminários, cursos e mesas de discussão sobre temas importantes acerca do SUS: atenção básica, financiamento, governança com poderes judiciário e legislativo, além de estratégias para o enfrentamento do vírus Zika e a epidemia de Microcefalia.

O secretário municipal de Saúde, João Paulo Resende, participa do Congresso desde 2012. “É um importante espaço para a troca de experiências exitosas entre representantes de todos os estados. Um momento singular que tem grande contribuição para aprimorar as gestões municipais de programas e serviços. Realizamos um intercâmbio de experiências”, comentou.

A última mesa do XXXII Congresso Conasems debateu a Atenção básica, um dos temas mais importantes para o Sistema Único de Saúde. A mesa contou com as apresentações de Marcos Franco, secretário executivo do Ministério da Saúde, o médico Paulo Poli e o secretário executivo do CONASS, Jurandi Frutuoso. A presidente do COSEMS Mato Grosso, Silvia Clemonez, coordenou a atividade. “É o momento de ouvir a comunidade, capacitar os gestores e trabalhadores da saúde. É preciso que a sociedade se comprometa com o SUS”, afirmou Marcos. O secretário também ressaltou as dificuldades da gestão “um dos objetivos é adequar os sistemas de informação que totalizam mais de 500, porém, não dão conta da realidade sanitária do país”.

Ascom Matureia